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O meu Fado

Há tanto tempo,

Tempo que passou,

Tanto tempo.

Tempo em que não escrevi assim,

Porque me dá uma espécie de arrepio,

Tremo... E não consigo escrever,

Porque noto o meu tremor.

O Inglês é delicioso

Mas em terras Lusitanas

Fala–se uma língua de Poesia.

Lembro–me do som da calçada,

Da típica forma de falar,

Dos gestos que só os Lusitanos sabem.

Mas eu sou filha dividida,

Entre um país solarengo

E uma ilha mágica chuvosa.

O coração bate, bate em tremor,

Ai que saudade, de tanta coisa,

Ai que Fado, a minha alma estrangeira.


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